sábado, 19 de abril de 2014

fome.

O brilho matutino desperta o azul cobalto
do meu cigarro quase esquecido.
agora reencontrado,
imerso em memórias de brilhantes vitórias,
muito meio adormecido.

tudo é uma noite em branco
que se estende por mais um dia em cinzento.
acordado:
sou apenas uma balança com fome de ouro,
em mero acaso do pensamento.

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