sexta-feira, 12 de setembro de 2014

erro_404

insomnia

e o gentil gume da morte da tua beleza
não durmo para pensar
no que poderia ser ao acordar
agarrado ao hospício que eleva esta marquesa

tão alto que já não cai

pelo que me parece É indefinidamente perdido
em toda profundeza deste espaço infinito
tão dentro que já não sai

assim como todas as margens que comprimem
o fluxo livre de todas as águas clandestinas


Sem comentários:

Enviar um comentário