insomnia
e o gentil gume da morte da tua beleza
não durmo para pensar
no que poderia ser ao acordar
agarrado ao hospício que eleva esta marquesa
tão alto que já não cai
pelo que me parece É indefinidamente perdido
em toda profundeza deste espaço infinito
tão dentro que já não sai
assim como todas as margens que comprimem
o fluxo livre de todas as águas clandestinas
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